15
Sep
Ser ou não ser (online), eis a questão
Vida real x vida virtual: uma guerra para alguns, um vício para outros, e uma decisão pra maioria. Por que não um bom convívio entre ambas?

Mas qual seria a melhor fórmula pra isto? Mesclar sua vida online com a real ou escolher entre uma e outra? Mas sua vida online não é a mesma que a real? “Não, porque nem sempre”, já dizia Rodrigo Amarante.
Assista os vídeos a seguir sob dois pontos de vista, tendo o Facebook como exemplo, e depois proseamos um pouco mais:
É fato que abandonar as redes sociais não é a melhor solução. Mesmo porque ela auxilía na sociabilização das pessoas – não é a toa que se chama mídia social ora! –, encurta distâncias, viabiliza o encontro de velhos amigos e familiares (e descobre outros tantos), proporciona excelentes discussões, agrega informação, etc.
Acredito que tudo que é demais atrapalha. Até mesmo as coisas boas. Claro que é discutível, mas tenho que os excessos tornam as pessoas vulneráveis. E nesta condição tudo torna-se um vício, bom ou ruim.
Sou contra aqueles que deletam seus perfis, como o do ainda não falido Orkut. Por que não somente “abandoná-lo” e simplesmente parar de usar? Se querem apagar então existe grandes chances de ter se tornado um vício, dos ruins.
Afinal, passado não se apaga, assim como tudo que você já fez na vida real.
Vai sair do Facebook e ser um “sem-rede social”? Pense bem, pois sua vida real pode ser bem mais chata que a virtual.
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