27
Oct
Futebol e rock além do “bola na trave não altera o placar”
Futebol e rock se misturam e se completam. Mas no Brasil não vai muito além de um “bola na trave não altera o placar..”. Infelizmente.
Aliás até foi sim, às vezes chega ao samba, sertanejo e funk carioca. Óbvio que uma torcida é influenciada, muitas vezes, pela tradição e cultura popular de sua nação. Ou seja, no Brasil não fugiríamos muito disso.
Será?
A Umbro britânica provou estar atenta a oportunidades (em julho deste ano, old but gold). Ainda mais quando a oportunidade atende pelo nome de Liam Gallagher, ex-Oasis, atual Beady Eye e torcedor fanático do Manchester City.

Liam foi convidado pelo clube e pela própria Umbro – patrocinadora de material esportivo do time – para fazer o lançamento da nova camisa que a equipe vestirá na temporada 2011/2012, na qual o time inglês voltou a disputar a Champions League após 42 anos.
Sabe como é, chamou o cara pra fazer rock, então lá foi ele e sua trupe do Beady Eye promover o time fazendo uma versão de Blue Moon, o hino do clube mixado com uma música da banda.
Mais do que isso!
A camisa nº1 da equipe foi estilizada com as ondas vocais da torcida quando a mesma canta o hino do time nos estádios. #WINNING Veja a explicação:
Vemos poucas ações como esta, menos ainda no Brasil. Uma das poucas delas foi a recente parceria do Vasco da Gama com sua fornecedora de material esportivo Penalty, em diversas campanhas desenvolvida pela Espalhe.
Mas nada comparado à ligações e oportunidades extra campo, muito menos à música. Talvez seja por opção do marketing. Ou você gostaria realmente de ver Jota Quest, Skank ou até mesmo Latino cantando o hino do seu time?
Não é só o que temos, não mesmo! #VamosBrasil
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